Quanto tempo para ficar fluente em inglês estudando sozinho

Quanto tempo para ficar fluente em inglês estudando sozinho

Quanto tempo para ficar fluente em inglês estudando sozinho

Escrito por: Luan Cavallaro, Founder & CMO, BeConfident | Última atualização: 16 de julho de 2026

Principais lições deste artigo

  • A maioria dos brasileiros trava na fala porque acumula anos de gramática e vocabulário sem prática oral sistemática, mesmo compreendendo bem o idioma.

  • Alcançar o nível B2, com fluência funcional, exige cerca de 500–600 horas totais, com pelo menos 30% dedicadas à produção oral ativa.

  • Com 1 hora diária consistente, o caminho realista do zero ao B2 é de 18–20 meses, e 2 horas por dia reduzem esse prazo para 10–12 meses.

  • Combinar shadowing, input estruturado, conversação com IA e revisão ativa em sessões de 60 minutos aumenta os resultados e reduz a chance de fossilização de erros.

  • A BeConfident oferece tutores de IA 24/7 com feedback instantâneo e prática ilimitada sem julgamento; comece agora com o teste gratuito.

O que significa fluente: níveis CEFR explicados

O CEFR divide o aprendizado em seis níveis progressivos. A tabela abaixo mostra as horas aproximadas de estudo guiado necessárias para progredir entre níveis, com base em estimativas da Cambridge English:

Nível CEFR

Descrição

Horas aproximadas por transição

A1

Iniciante

~200 h

A2

Básico

~200 h

B1

Intermediário

~200 h

B2

Intermediário avançado (fluente)

~200 h

C1

Avançado

~200 h

C2

Proficiência plena

~200 h

Essas estimativas consideram prática equilibrada entre input, como escuta e leitura, e output, como fala e escrita. Sem prática oral suficiente, o aprendiz pode atingir compreensão de B2 mas permanecer com produção oral de A2, o que pode multiplicar o tempo necessário. Especialistas recomendam que pelo menos 30% do tempo semanal de estudo seja dedicado à produção oral.

Calculadora de horas: quanto tempo com 30 ou 60 minutos por dia?

Com 1 hora de prática diária consistente, adultos tipicamente atingem o B2 em 18–20 meses, e com 2 horas por dia o prazo cai para 10–12 meses. A tabela abaixo traduz essas estimativas em cenários práticos:

Prática diária

Horas/mês

Tempo estimado para B2

30 min/dia

~15 h

~33–40 meses

1 hora/dia

~30 h

~18–20 meses

2 horas/dia

~60 h

~10–12 meses

Para profissionais com rotina intensa, 1 hora diária costuma ser o ponto de equilíbrio mais realista. Prática distribuída, por exemplo, 30 minutos de manhã e 30 minutos à noite, produz melhor retenção do que uma sessão única mais longa, porque o cérebro consolida o idioma durante o sono e os intervalos.

Um roteiro de 12 meses com 1 hora diária pode ser organizado em quatro trimestres:

  1. Meses 1–3 (A1→A2): construir base fonética, vocabulário de alta frequência, estruturas essenciais de gramática e iniciar as primeiras conversas guiadas.

  2. Meses 4–6 (A2→B1): ampliar vocabulário temático, treinar compreensão auditiva com sotaques variados e conversar sobre temas cotidianos.

  3. Meses 7–9 (B1 consolidado): manter prática oral diária de 20–30 minutos, usar shadowing, fazer leitura extensiva e simular situações profissionais.

  4. Meses 10–12 (B1→B2): priorizar conversação livre sem roteiro, debates, apresentações e receber feedback detalhado sobre pronúncia e gramática.

Independentemente do trimestre, cada sessão diária precisa equilibrar as principais habilidades. A estrutura a seguir funciona do A1 ao B2, com ajuste apenas na dificuldade dos materiais.

Como integrar conversação, escuta, vocabulário, pronúncia e gramática na rotina solo?

Uma sessão diária de 60 minutos pode ser dividida da seguinte forma:

  • 10 min, shadowing: repetir frases de nativos imitando ritmo e entonação. Uma revisão sistemática de 2025 confirmou que o shadowing melhora de forma consistente compreensibilidade, fluência e prosódia.

  • 15 min, input estruturado: ouvir um podcast, assistir a uma série ou seguir uma aula focada em vocabulário e gramática aplicada.

  • 20 min, conversação com IA: praticar fala livre com feedback imediato sobre pronúncia, gramática e naturalidade. Ferramentas de conversação com IA criam ambientes sem julgamento para prática autêntica, com tamanhos de efeito de 0,84–0,90 em pronúncia, fluência, vocabulário e gramática.

  • 15 min, revisão ativa: revisar erros apontados, praticar estruturas difíceis e registrar vocabulário novo em contexto.

A fluência é a capacidade de pensar e se expressar no momento, mesmo que de forma imperfeita, e essa capacidade se desenvolve produzindo o idioma, não apenas consumindo conteúdo. A hipótese do output de Merrill Swain mostra que produzir a língua força o cérebro a perceber lacunas entre o que o aprendiz quer dizer e o que consegue dizer, o que acelera a aquisição de uma forma que o input passivo não alcança.

Panorama atual: cursos presenciais, aplicativos gamificados, tutores humanos e IA

Para escolher o método mais adequado ao seu perfil, vale comparar as opções em dimensões como flexibilidade, custo, volume de prática oral e qualidade do feedback. A tabela abaixo resume essas diferenças:

Método

Flexibilidade de horário

Custo

Volume de prática oral

Feedback personalizado

Cursos presenciais

Baixa (horário fixo)

Alto

Baixo (poucos minutos por aula)

Médio

Aplicativos gamificados

Alta

Baixo

Muito baixo

Baixo

Tutores humanos (Cambly, iTalki)

Média

Alto (por hora)

Alto (quando agendado)

Variável

IA conversacional (a BeConfident)

Alta (24/7)

Acessível (anualidade)

Alto (ilimitado)

Alto (instantâneo)

A falta de prática oral é o principal gargalo para quem estuda sozinho. Aplicativos gamificados priorizam engajamento com tarefas simples, não o desenvolvimento da conversação. Cursos presenciais oferecem poucos minutos de fala por aluno em cada aula. Tutores humanos ampliam a prática oral, mas o custo por hora dificulta acumular mais de 300 horas de conversação.

Prática de conversação pela BeConfident no WhatsApp, com uso de áudios

Critérios de decisão: tempo, feedback, orçamento, disciplina e prática sem sentir julgamento

A escolha do método ideal depende de quatro variáveis principais que, em conjunto, determinam se você conseguirá acumular horas de prática com qualidade:

  • Disponibilidade de horário: quem não tem horário fixo precisa de uma solução acessível a qualquer momento.

  • Necessidade de feedback: flexibilidade sozinha não basta, porque progredir sem correção leva à fossilização de erros. Prática sem correção resulta em erros repetidos de pronúncia, estrutura e escolha de palavras.

  • Orçamento: acumular mais de 300 horas de prática oral com tutores humanos tem custo elevado, e uma assinatura anual acessível de IA reduz esse impacto.

  • Ambiente sem sentir julgamento: pesquisadores identificaram a ansiedade em língua estrangeira, que inclui apreensão comunicativa e medo de avaliação negativa, como uma barreira distinta que bloqueia a aquisição durante tarefas de fala. Praticar com IA reduz esse obstáculo.

Sinais de prontidão e lógica de implementação progressiva

Identificar o nível atual pelo CEFR ajuda a calibrar expectativas e a escolher materiais adequados. A partir desse diagnóstico, a implementação pode seguir uma lógica progressiva:

  1. Estabelecer frequência diária mínima de 30–60 minutos antes de aumentar a duração.

  2. Garantir que pelo menos 30% do tempo seja de produção oral ativa.

  3. Registrar horas acumuladas e marcos trimestrais para manter motivação.

  4. Ajustar a dificuldade dos materiais a cada nível atingido.

Para aplicar essa lógica na prática, você precisa de uma ferramenta que identifique o nível atual e ajuste a dificuldade conforme o avanço. A BeConfident oferece um teste gratuito que identifica o nível CEFR do aluno, aponta pontos fortes e áreas a desenvolver e já inicia a prática de conversação desde o primeiro acesso. Com mais de 200 mil alunos pagantes e 3 milhões de usuários totais, a plataforma disponibiliza tutores de IA com personalidade e sotaques variados, como americano, britânico, australiano, canadense, sul-africano e indiano, acessíveis 24 horas por dia pelo aplicativo, WhatsApp ou smartwatch, por uma anualidade acessível.

Free trial (teste gratuito), primeiro contato com a experiência BeConfident de aprender inglês pelo WhatsApp

Erros comuns que atrasam a fluência

  • Excesso de teoria: a falta de prática oral, e não a falta de vocabulário, é a principal razão pela qual alunos que dominam leitura e escrita ainda travam ao falar.

  • Negligenciar o output: aprendizes que acumulam horas de input mas negligenciam o output chegam ao B2 de compreensão com produção oral de A2.

  • Inconsistência: o cérebro precisa de repetição regular para consolidar um novo idioma, e 15 minutos diários superam 3 horas apenas aos sábados.

  • Ausência de feedback: erros não corrigidos se tornam automáticos e se tornam muito mais difíceis de eliminar depois.

  • Evitar a fala por ansiedade: entre um terço e metade dos aprendizes experimenta ansiedade debilitante ao falar, o que leva muitos alunos a evitar exatamente a prática de que mais precisam.

Boas práticas e princípios orientadores

Perguntas frequentes

É possível ficar fluente em 1 ano?

Alcançar fluência funcional em 1 ano é possível em cenários específicos. Estudar 2 horas por dia de forma consistente e equilibrada entre input e output permite atingir o B2 em 10–12 meses. Com 1 hora diária, o prazo realista fica em 18–20 meses. Quem já está em um nível intermediário B1 consolidado pode chegar ao B2 em 6–8 meses com 45–60 minutos diários de prática focada. O fator decisivo é a consistência ao longo dos meses, e não a intensidade de uma única semana.

Quanto tempo leva com 1 hora por dia?

Conforme detalhado na calculadora de horas acima, o prazo com 1 hora diária gira em torno de 18–20 meses. Esse tempo pode diminuir se o aprendiz já tiver base em inglês ou se aumentar a proporção de prática oral em relação ao estudo passivo.

Nível B2 é fluente?

Para a maioria dos objetivos práticos de brasileiros, o nível B2 representa fluência suficiente. Esse nível permite negociar em inglês, viajar com autonomia, assistir a conteúdo sem legenda e participar de reuniões internacionais. O Quadro Europeu descreve o B2 como a capacidade de se comunicar com fluência e espontaneidade suficientes para uma interação normal com falantes nativos, sem esforço para ambos os lados. Os níveis C1 e C2 indicam domínio mais sofisticado, útil para contextos acadêmicos de alto nível ou trabalho em idioma nativo, mas não são requisitos para a maior parte das metas profissionais e pessoais.

Como superar o medo de falar sozinho?

Superar o medo de falar em inglês exige reduzir a ansiedade de ser avaliado negativamente, fenômeno que afeta entre um terço e metade dos aprendizes. A estratégia mais eficaz é criar um ambiente de prática sem sentir julgamento, em que errar faça parte do processo. Conversar com tutores de IA permite acumular horas de prática oral sem exposição social direta, o que ajuda a construir confiança de forma gradual. À medida que as estruturas se tornam automáticas, o bloqueio diminui. Começar com temas de interesse pessoal e aumentar a complexidade de forma progressiva também reduz a ansiedade e mantém o engajamento.

Conclusão: o caminho realista para a fluência

Alcançar o B2 estudando sozinho com bons materiais é um objetivo viável. Os dados da Cambridge English indicam que 500–600 horas acumuladas, com pelo menos 300 horas de prática oral deliberada, formam um caminho sólido. Com 1 hora diária consistente, esse objetivo fica a 18–20 meses de distância. O principal gargalo não é gramática nem vocabulário, e sim a falta de prática oral com feedback real.

Experiência da BeConfident pelo aplicativo: conversas, avaliações e ranking

A BeConfident foi construída para enfrentar exatamente esse desafio. A plataforma oferece tutores de IA com personalidade e sotaques variados, trilhas de aulas estruturadas, feedback instantâneo e revisão de erros, tudo acessível pelo aplicativo, WhatsApp ou smartwatch, por uma anualidade acessível. Com uma base de usuários já consolidada, a plataforma mostra que é possível destravar a fala sem precisar sair de casa, sem sentir vergonha e sem depender de horários fixos.

Destrave sua fala com o teste gratuito.

Escrito por: Luan Cavallaro, Founder & CMO, BeConfident | Última atualização: 16 de julho de 2026

Principais lições deste artigo

  • A maioria dos brasileiros trava na fala porque acumula anos de gramática e vocabulário sem prática oral sistemática, mesmo compreendendo bem o idioma.

  • Alcançar o nível B2, com fluência funcional, exige cerca de 500–600 horas totais, com pelo menos 30% dedicadas à produção oral ativa.

  • Com 1 hora diária consistente, o caminho realista do zero ao B2 é de 18–20 meses, e 2 horas por dia reduzem esse prazo para 10–12 meses.

  • Combinar shadowing, input estruturado, conversação com IA e revisão ativa em sessões de 60 minutos aumenta os resultados e reduz a chance de fossilização de erros.

  • A BeConfident oferece tutores de IA 24/7 com feedback instantâneo e prática ilimitada sem julgamento; comece agora com o teste gratuito.

O que significa fluente: níveis CEFR explicados

O CEFR divide o aprendizado em seis níveis progressivos. A tabela abaixo mostra as horas aproximadas de estudo guiado necessárias para progredir entre níveis, com base em estimativas da Cambridge English:

Nível CEFR

Descrição

Horas aproximadas por transição

A1

Iniciante

~200 h

A2

Básico

~200 h

B1

Intermediário

~200 h

B2

Intermediário avançado (fluente)

~200 h

C1

Avançado

~200 h

C2

Proficiência plena

~200 h

Essas estimativas consideram prática equilibrada entre input, como escuta e leitura, e output, como fala e escrita. Sem prática oral suficiente, o aprendiz pode atingir compreensão de B2 mas permanecer com produção oral de A2, o que pode multiplicar o tempo necessário. Especialistas recomendam que pelo menos 30% do tempo semanal de estudo seja dedicado à produção oral.

Calculadora de horas: quanto tempo com 30 ou 60 minutos por dia?

Com 1 hora de prática diária consistente, adultos tipicamente atingem o B2 em 18–20 meses, e com 2 horas por dia o prazo cai para 10–12 meses. A tabela abaixo traduz essas estimativas em cenários práticos:

Prática diária

Horas/mês

Tempo estimado para B2

30 min/dia

~15 h

~33–40 meses

1 hora/dia

~30 h

~18–20 meses

2 horas/dia

~60 h

~10–12 meses

Para profissionais com rotina intensa, 1 hora diária costuma ser o ponto de equilíbrio mais realista. Prática distribuída, por exemplo, 30 minutos de manhã e 30 minutos à noite, produz melhor retenção do que uma sessão única mais longa, porque o cérebro consolida o idioma durante o sono e os intervalos.

Um roteiro de 12 meses com 1 hora diária pode ser organizado em quatro trimestres:

  1. Meses 1–3 (A1→A2): construir base fonética, vocabulário de alta frequência, estruturas essenciais de gramática e iniciar as primeiras conversas guiadas.

  2. Meses 4–6 (A2→B1): ampliar vocabulário temático, treinar compreensão auditiva com sotaques variados e conversar sobre temas cotidianos.

  3. Meses 7–9 (B1 consolidado): manter prática oral diária de 20–30 minutos, usar shadowing, fazer leitura extensiva e simular situações profissionais.

  4. Meses 10–12 (B1→B2): priorizar conversação livre sem roteiro, debates, apresentações e receber feedback detalhado sobre pronúncia e gramática.

Independentemente do trimestre, cada sessão diária precisa equilibrar as principais habilidades. A estrutura a seguir funciona do A1 ao B2, com ajuste apenas na dificuldade dos materiais.

Como integrar conversação, escuta, vocabulário, pronúncia e gramática na rotina solo?

Uma sessão diária de 60 minutos pode ser dividida da seguinte forma:

  • 10 min, shadowing: repetir frases de nativos imitando ritmo e entonação. Uma revisão sistemática de 2025 confirmou que o shadowing melhora de forma consistente compreensibilidade, fluência e prosódia.

  • 15 min, input estruturado: ouvir um podcast, assistir a uma série ou seguir uma aula focada em vocabulário e gramática aplicada.

  • 20 min, conversação com IA: praticar fala livre com feedback imediato sobre pronúncia, gramática e naturalidade. Ferramentas de conversação com IA criam ambientes sem julgamento para prática autêntica, com tamanhos de efeito de 0,84–0,90 em pronúncia, fluência, vocabulário e gramática.

  • 15 min, revisão ativa: revisar erros apontados, praticar estruturas difíceis e registrar vocabulário novo em contexto.

A fluência é a capacidade de pensar e se expressar no momento, mesmo que de forma imperfeita, e essa capacidade se desenvolve produzindo o idioma, não apenas consumindo conteúdo. A hipótese do output de Merrill Swain mostra que produzir a língua força o cérebro a perceber lacunas entre o que o aprendiz quer dizer e o que consegue dizer, o que acelera a aquisição de uma forma que o input passivo não alcança.

Panorama atual: cursos presenciais, aplicativos gamificados, tutores humanos e IA

Para escolher o método mais adequado ao seu perfil, vale comparar as opções em dimensões como flexibilidade, custo, volume de prática oral e qualidade do feedback. A tabela abaixo resume essas diferenças:

Método

Flexibilidade de horário

Custo

Volume de prática oral

Feedback personalizado

Cursos presenciais

Baixa (horário fixo)

Alto

Baixo (poucos minutos por aula)

Médio

Aplicativos gamificados

Alta

Baixo

Muito baixo

Baixo

Tutores humanos (Cambly, iTalki)

Média

Alto (por hora)

Alto (quando agendado)

Variável

IA conversacional (a BeConfident)

Alta (24/7)

Acessível (anualidade)

Alto (ilimitado)

Alto (instantâneo)

A falta de prática oral é o principal gargalo para quem estuda sozinho. Aplicativos gamificados priorizam engajamento com tarefas simples, não o desenvolvimento da conversação. Cursos presenciais oferecem poucos minutos de fala por aluno em cada aula. Tutores humanos ampliam a prática oral, mas o custo por hora dificulta acumular mais de 300 horas de conversação.

Prática de conversação pela BeConfident no WhatsApp, com uso de áudios

Critérios de decisão: tempo, feedback, orçamento, disciplina e prática sem sentir julgamento

A escolha do método ideal depende de quatro variáveis principais que, em conjunto, determinam se você conseguirá acumular horas de prática com qualidade:

  • Disponibilidade de horário: quem não tem horário fixo precisa de uma solução acessível a qualquer momento.

  • Necessidade de feedback: flexibilidade sozinha não basta, porque progredir sem correção leva à fossilização de erros. Prática sem correção resulta em erros repetidos de pronúncia, estrutura e escolha de palavras.

  • Orçamento: acumular mais de 300 horas de prática oral com tutores humanos tem custo elevado, e uma assinatura anual acessível de IA reduz esse impacto.

  • Ambiente sem sentir julgamento: pesquisadores identificaram a ansiedade em língua estrangeira, que inclui apreensão comunicativa e medo de avaliação negativa, como uma barreira distinta que bloqueia a aquisição durante tarefas de fala. Praticar com IA reduz esse obstáculo.

Sinais de prontidão e lógica de implementação progressiva

Identificar o nível atual pelo CEFR ajuda a calibrar expectativas e a escolher materiais adequados. A partir desse diagnóstico, a implementação pode seguir uma lógica progressiva:

  1. Estabelecer frequência diária mínima de 30–60 minutos antes de aumentar a duração.

  2. Garantir que pelo menos 30% do tempo seja de produção oral ativa.

  3. Registrar horas acumuladas e marcos trimestrais para manter motivação.

  4. Ajustar a dificuldade dos materiais a cada nível atingido.

Para aplicar essa lógica na prática, você precisa de uma ferramenta que identifique o nível atual e ajuste a dificuldade conforme o avanço. A BeConfident oferece um teste gratuito que identifica o nível CEFR do aluno, aponta pontos fortes e áreas a desenvolver e já inicia a prática de conversação desde o primeiro acesso. Com mais de 200 mil alunos pagantes e 3 milhões de usuários totais, a plataforma disponibiliza tutores de IA com personalidade e sotaques variados, como americano, britânico, australiano, canadense, sul-africano e indiano, acessíveis 24 horas por dia pelo aplicativo, WhatsApp ou smartwatch, por uma anualidade acessível.

Free trial (teste gratuito), primeiro contato com a experiência BeConfident de aprender inglês pelo WhatsApp

Erros comuns que atrasam a fluência

  • Excesso de teoria: a falta de prática oral, e não a falta de vocabulário, é a principal razão pela qual alunos que dominam leitura e escrita ainda travam ao falar.

  • Negligenciar o output: aprendizes que acumulam horas de input mas negligenciam o output chegam ao B2 de compreensão com produção oral de A2.

  • Inconsistência: o cérebro precisa de repetição regular para consolidar um novo idioma, e 15 minutos diários superam 3 horas apenas aos sábados.

  • Ausência de feedback: erros não corrigidos se tornam automáticos e se tornam muito mais difíceis de eliminar depois.

  • Evitar a fala por ansiedade: entre um terço e metade dos aprendizes experimenta ansiedade debilitante ao falar, o que leva muitos alunos a evitar exatamente a prática de que mais precisam.

Boas práticas e princípios orientadores

Perguntas frequentes

É possível ficar fluente em 1 ano?

Alcançar fluência funcional em 1 ano é possível em cenários específicos. Estudar 2 horas por dia de forma consistente e equilibrada entre input e output permite atingir o B2 em 10–12 meses. Com 1 hora diária, o prazo realista fica em 18–20 meses. Quem já está em um nível intermediário B1 consolidado pode chegar ao B2 em 6–8 meses com 45–60 minutos diários de prática focada. O fator decisivo é a consistência ao longo dos meses, e não a intensidade de uma única semana.

Quanto tempo leva com 1 hora por dia?

Conforme detalhado na calculadora de horas acima, o prazo com 1 hora diária gira em torno de 18–20 meses. Esse tempo pode diminuir se o aprendiz já tiver base em inglês ou se aumentar a proporção de prática oral em relação ao estudo passivo.

Nível B2 é fluente?

Para a maioria dos objetivos práticos de brasileiros, o nível B2 representa fluência suficiente. Esse nível permite negociar em inglês, viajar com autonomia, assistir a conteúdo sem legenda e participar de reuniões internacionais. O Quadro Europeu descreve o B2 como a capacidade de se comunicar com fluência e espontaneidade suficientes para uma interação normal com falantes nativos, sem esforço para ambos os lados. Os níveis C1 e C2 indicam domínio mais sofisticado, útil para contextos acadêmicos de alto nível ou trabalho em idioma nativo, mas não são requisitos para a maior parte das metas profissionais e pessoais.

Como superar o medo de falar sozinho?

Superar o medo de falar em inglês exige reduzir a ansiedade de ser avaliado negativamente, fenômeno que afeta entre um terço e metade dos aprendizes. A estratégia mais eficaz é criar um ambiente de prática sem sentir julgamento, em que errar faça parte do processo. Conversar com tutores de IA permite acumular horas de prática oral sem exposição social direta, o que ajuda a construir confiança de forma gradual. À medida que as estruturas se tornam automáticas, o bloqueio diminui. Começar com temas de interesse pessoal e aumentar a complexidade de forma progressiva também reduz a ansiedade e mantém o engajamento.

Conclusão: o caminho realista para a fluência

Alcançar o B2 estudando sozinho com bons materiais é um objetivo viável. Os dados da Cambridge English indicam que 500–600 horas acumuladas, com pelo menos 300 horas de prática oral deliberada, formam um caminho sólido. Com 1 hora diária consistente, esse objetivo fica a 18–20 meses de distância. O principal gargalo não é gramática nem vocabulário, e sim a falta de prática oral com feedback real.

Experiência da BeConfident pelo aplicativo: conversas, avaliações e ranking

A BeConfident foi construída para enfrentar exatamente esse desafio. A plataforma oferece tutores de IA com personalidade e sotaques variados, trilhas de aulas estruturadas, feedback instantâneo e revisão de erros, tudo acessível pelo aplicativo, WhatsApp ou smartwatch, por uma anualidade acessível. Com uma base de usuários já consolidada, a plataforma mostra que é possível destravar a fala sem precisar sair de casa, sem sentir vergonha e sem depender de horários fixos.

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5432 Geary Blvd #525, San Francisco, CA 94121, US

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